Primeira infância, dados e gestão pública
Começa muito antes. Começa na infância.
O Nutriland transforma a rotina das crianças em inteligência para a gestão pública, conectando escolas, famílias, nutricionistas e gestores para acompanhar alimentação, saúde e bem-estar desde a primeira infância.
Tecnologia, ciência e educação para cuidar hoje — e ajudar a construir uma geração mais saudável amanhã.
A pergunta que a rede ainda não consegue responder
Não apenas o que está no cardápio.
Todos os dias, milhares de refeições são servidas nas escolas públicas. Mas essa informação ainda é pouco acompanhada — e sem ela fica mais difícil identificar padrões, melhorar a aceitação dos alimentos, reduzir desperdícios e criar ações educativas realmente assertivas.
Não basta servir bem. Precisamos acompanhar, entender e educar.
Como funciona
O Nutriland acompanha a rotina alimentar das crianças e transforma essas informações em dados, indicadores e planos de ação para escolas, famílias, nutricionistas e gestores públicos.
A professora registra o cardápio do dia e a aceitação de cada criança numa escala de 0 a 5, em poucos toques. Leva menos tempo que o caderno — e substitui o caderno, não soma a ele.
Cada registro vira indicador. A tecnologia identifica padrões por alimento, preparação, faixa etária, período, turma ou unidade — e acompanha a evolução ao longo do tempo.
A gestão deixa de trabalhar apenas com percepções e passa a contar com evidências para orientar cardápio, compra, formação e ação educativa.
Mais aceitação. Mais educação. Menos desperdício.
A plataforma na prática
A mesma plataforma tem duas faces: a da sala de aula, feita para caber na rotina de quem serve a refeição, e a da gestão, feita para quem precisa decidir com evidência.
Na sala e em casa
Registro da refeição, histórias, músicas e jogos — no navegador do celular ou do tablet que a unidade já tem.
Na coordenação e na gestão
Aceitação por grupo alimentar, evolução ao longo do tempo e ranking de alimentos — por criança, por turma ou por unidade, no período que a gestão escolher.
PNAE na prática
O Programa Nacional de Alimentação Escolar tem papel fundamental na promoção da alimentação adequada e saudável e na Educação Alimentar e Nutricional — que a Lei nº 11.947/2009 estabelece como diretriz que perpassa o currículo escolar. O Nutriland ajuda a potencializar esses objetivos na rotina das escolas: acompanha a aceitação das refeições, identifica padrões, apoia nutricionistas e gestores com dados e transforma os desafios encontrados em ações práticas.
Se um alimento apresenta baixa aceitação, por exemplo, podemos investigar:
A partir dos dados, o Nutriland ajuda a propor caminhos — desde novas formas de preparo até atividades educativas, histórias, jogos, músicas e conteúdos para trabalhar aquele alimento também fora do refeitório. Porque alimentação escolar também é educação.
O alimento que a criança evita no prato volta como jogo, história e música — na mesma semana, na mesma turma.
Recurso público
Quando não sabemos exatamente o que, quanto e por que as crianças estão evitando determinados alimentos, desperdiçamos mais do que comida. Desperdiçamos recursos públicos e oportunidades de educação.
Quais alimentos e quais preparações concentram a maior recusa — e se a recusa acontece no prato ou antes dele.
O mesmo alimento tem aceitações diferentes em unidades diferentes. Essa diferença é informação sobre preparo e rotina, não ruído.
Mudar o preparo, a frequência ou a forma de apresentar — e medir se a aceitação respondeu, na mesma escala, na mesma unidade.
Menos achismo. Mais informação para decidir melhor.
O raio-x da alimentação infantil
O Nutriland vem construindo um retrato baseado em dados reais sobre a alimentação infantil: 23.419 refeições e 988.643 avaliações de aceitação, alimento por alimento, de 1.627 crianças, entre agosto de 2023 e agosto de 2026. E os dados mostram algo importante: pequenas mudanças podem produzir grandes diferenças na aceitação. O problema nem sempre é o alimento — pode estar na forma como ele é preparado, apresentado, oferecido ou trabalhado com a criança.
Em 104.899 de 160.887 ofertas, a verdura estava disponível e a criança não a colocou no prato. A recusa acontece antes da boca — na escolha. Muda o que a rede precisa fazer: não é convencer a comer, é mudar apresentação, preparo e frequência da oferta.
Registros da plataforma Nutriland, 2023–2026. Recorte de refeição escolar em autosserviço.Mesma criança, mesmo alimento, por ordem cronológica de oferta — % de aceitação
Ganho de 8,4 pontos percentuais entre a 1ª e a 11ª oferta, quando a curva estabiliza. Eixo vertical na faixa de 75% a 85% para tornar a variação legível.
Registros da plataforma Nutriland, 2023–2026 (n de 119.278 avaliações na 1ª oferta a 14.612 na 11ª). Dado observacional: descreve o que os registros mostram, não uma relação de causa. Leitura prática: o adulto costuma desistir na terceira tentativa; nos nossos registros, a aceitação ainda estava subindo na décima.Quer conhecer os principais achados desse estudo?
Quero conhecer o raio-x da alimentação infantilAntes da escala pública
Antes de pensar em escala pública, o Nutriland foi colocado à prova no dia a dia de instituições de ensino.
Uma tecnologia construída a partir da realidade das escolas, validada com famílias e educadores — e agora preparada para ajudar a gerar impacto em uma escala muito maior.
A escala de uma rede pública.
Quem já usa, conta
Três vozes diferentes sobre a mesma plataforma: quem decidiu adotar, quem acompanha o filho todo dia e quem cobriu a implantação de fora.
Nós sempre passamos informações aos pais, por meio de uma comunicação transparente, mas, desta vez, buscamos acrescentar outros elementos nesse monitoramento, como a gamificação.
Henrick OpreaDiretor-executivo da SIS Brasília
Entendemos que o Nutriland fornece relatórios e dicas que vão aproximar os pais e responsáveis da escola. Na comunidade brasileira, algumas ações podem soar disruptivas e é, por isso, que estamos adotando projetos de conscientização que vão além da sala de aula.
Carolina VieiraCEO da Swiss International School no Brasil
Foi interessante saber que ele comia alguns alimentos na escola, que em casa não come. Os relatórios dão uma boa percepção do que acontece e eu acompanho todo dia. Meu filho está numa fase ruim pra comer e o app tem me ajudado muito.
Rosa BeitlerMãe, Espaço Baby
A implantação do Nutriland em uma instituição de ensino foi tema de reportagem no caderno de Educação Básica do EU Estudante, do Correio Braziliense.
EU Estudante / Correio Braziliense, editoria Educação Básica. Reprodução da matéria publicada; foto de Marcelo Ferreira/CB/D.A Press.Rotina completa
Por isso, o Nutriland não precisa olhar apenas para o prato. A plataforma também pode acompanhar informações importantes da rotina infantil.
Essas informações deixam de ficar fragmentadas entre agendas, mensagens, professores, famílias e profissionais. Elas passam a construir um histórico capaz de gerar relatórios, alertas, indicadores e planos de ação.
A ponte entre casa e escola
Hoje, muita informação circula entre casa e escola. Mas pouca vira conhecimento — e menos ainda vira ação. O Nutriland cria uma ponte entre famílias, educadores, nutricionistas e gestores, tornando essa comunicação mais transparente, organizada e baseada em dados.
E quando identificamos um desafio, não entregamos apenas um gráfico. Propomos o próximo passo.
Receitas, preparações, cardápios e estratégias de exposição e aceitação — construídos a partir do que os dados daquela unidade mostraram.
Histórias, livros, músicas, jogos e atividades para crianças e famílias, para trabalhar o alimento também fora do refeitório.
Orientações e ações relacionadas aos hábitos e à rotina infantil, para a escola e para casa, sem pressão sobre a criança.
Efeito de longo prazo
Uma criança que aprende sobre alimentação saudável leva esse conhecimento para casa. Pergunta. Experimenta. Conta. Cobra. Ensina. E pode ajudar a transformar também os hábitos de sua família.
Por isso, investir em educação alimentar na primeira infância não significa cuidar apenas da criança de hoje: significa ajudar a construir famílias mais conscientes e uma geração mais saudável.
Entre as crianças de 5 a 9 anos acompanhadas na Atenção Primária, 33,9% estavam com excesso de peso e 17,8% com obesidade. É um indicador de saúde que se forma na infância e cobra caro depois.
SISVAN / Ministério da Saúde, 2021 — crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, não a população geral.No médio e longo prazo, hábitos mais saudáveis e ações preventivas podem contribuir para enfrentar um dos maiores desafios das cidades brasileiras: o crescimento dos custos associados às doenças relacionadas à alimentação e ao estilo de vida.
Educação e Saúde olhando o mesmo dado, na mesma criança, desde a primeira infância.
Educação + Saúde + Família + Dados
As duas perguntas do gabinete
Começando por Santa Catarina
Em Santa Catarina, 69,9% das matrículas em creche são de tempo integral — acima da média nacional. Na prática, a criança faz na unidade a maior parte das refeições do dia, e é a rede municipal que decide o que ela come. Nenhum outro ator tem essa alavanca.
São os três números que transformam esta apresentação em um diagnóstico da sua rede.
Próximo passo
Não queremos começar falando de preço. Queremos começar falando de crianças, dados e impacto.
Em uma conversa de apresentação, mostramos como o Nutriland funciona, compartilhamos os principais aprendizados obtidos a partir de mais de 23 mil refeições analisadas e discutimos como essa inteligência poderia ser aplicada à realidade do seu município.
Quero conhecer o Nutriland e o estudoUma conversa para Secretarias de Educação, Secretarias de Saúde e gestores públicos interessados em transformar dados em políticas e ações para uma infância mais saudável.
Flavio Stoliar — sócio-fundador, Nutriland • Playerum
CONTATO@nutriland.com.br · nutriland.com.br
A saúde de uma geração começa muito antes do hospital. Começa no prato. Começa na escola. Começa na infância.